Archive for Fevereiro 2014

WhatsApp é comprado pelo Facebook

quinta-feira, fevereiro 20, 2014
Postado por Thaynan Lima
Facebook anunciou nesta quarta-feira a compra do aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp. O valor pago totalizará US$ 16 bilhões, sendo US$ 4 bilhões em dinheiro e aproximadamente US$ 12 bilhões em ações da rede social.



WhatsApp agora, pertence ao Facebook.
Mark Zuckerberg postou em sua timeline que os funcionários da empresa passarão a trabalhar para o Facebook. O post diz: "O WhatsApp irá complementar nossos serviços de chat e mensagens existentes para fornecer novas ferramentas para a nossa comunidade". Em um comunicado à imprensa anunciando a compra monumental, ele também afirmou que "o WhatsApp está no caminho de conectar 1 bilhão de pessoas. Os serviços que chegam a esse marco são todos incrivelmente valiosos.
Mais de 450 milhões de pessoas usam o WhatsApp mensalmente, sendo que 70% deles são usuários ativos, de acordo com estatísticas do comunicado de imprensa. O CEO e co-fundador do WhatsApp Jan Koum passará a participar do conselho diretivo do Facebook, como parte do negócio, mas sua equipe ainda permanecerá baseada em Mountain View ao invés de Palo Alto, onde fica a sede do Facebook.
Segundo o anúncio oficial na página de imprensa do Facebook, o acordo prevê ainda um adicional de 3 bilhões de dólares em ações que serão entregues nos próximos quatro anos, com o objetivo de serem divididas entre os funcionários do WhatsApp. Com isso, podemos dizer que o valor da compra chega aos 19 bilhões de dólares.
E você, o que achou da jogada estratégica do Facebook? Deixe seu comentário abaixo !

Fonte: AndroidPit

NearBytes: a nova tecnologia brasileira de compartilhamento de dados

quarta-feira, fevereiro 12, 2014
Postado por Thaynan Lima
NearBytes: a tecnologia brasileira que está fazendo barulho (literalmente)(Fonte da imagem: NearBytes)
O norte-americano Salim Ismail, embaixador e professor da Singularity University, chamou a atenção da imprensa nacional ao afirmar, no ano passado, que “o próximo Steve Jobs poderá sair do Brasil”. Ismail, que participou dasexta edição da Campus Party, acredita que o engajamento e criatividade dos jovens brasileiros serão características importantes para que o país se destaque em breve no mercado de inovação tecnológica.
Ainda que muitos tenham encarado a mensagem como um pensamento equivocado por parte do acadêmico, não há como negar que os últimos tempos têm sido gloriosos para o cenário da tecnologia tupiniquim. Torna-se cada vez mais fácil encontrar startups inovadoras e grandes empreendedores oferecendo produtos de sucesso não apenas para consumidores brasileiros, mas também para o público internacional.
NearBytes é um ótimo exemplo disso. Com menos de três anos de existência, a startup carioca já acumula dezenas de prêmios, centenas de usuários e incontáveis aparições na mídia internacional – tudo por conta de uma invenção inusitada capaz de alterar radicalmente a forma com que nossos dispositivos eletrônicos se comunicam entre si.
NearBytes: a tecnologia brasileira que está fazendo barulho (literalmente)(Fonte da imagem: NearBytes)

O que é a NearBytes e como ela começou?

A NearBytes é uma startup um tanto recente – foi idealizada em 2012, quando o time por trás do invento estava procurando uma maneira mais simples de permitir a troca de dados entre diferentes smartphones. A ideia original era bastante modesta: a equipe estava criando um álbum de figurinhas digitais e precisava encontrar uma forma de permitir que os colecionadores compartilhassem seus selos por intermédio de celulares. O Bluetooth, o NFC e o infravermelho não satisfizeram as necessidades do projeto.
Foi então que nasceu a ideia de transmitir dados codificados em ondas sonoras, ideia que permitiria a interação até mesmo entre dispositivos móveis mais antigos e acessíveis – afinal, todo e qualquer celular é dotado de microfone e alto-falante. A equipe abandonou o projeto do álbum e resolveu focar em outras áreas nas quais a tecnologia teria maior utilidade.
Em junho de 2013, o primeiro SDK do NearBytes foi disponibilizado para os sistemas iOS e Android, com o intuito de incentivar o desenvolvimento de soluções que utilizassem a plataforma. Hoje, a empresa já conta com mais de 600 developers cadastrados ao redor do mundo inteiro.
A companhia também desenvolveu um modelo de licenciamento comercial, no qual cada dispositivo ativado com a tecnologia custa US$ 0,26 ao desenvolvedor/corporação. Além disso, já estão disponíveis plugins gratuitos para os principais browsers do mercado (Google Chrome,Mozilla FirefoxOpera e Internet Explorer) que permitem a interação entre smartphones e páginas da web.
NearBytes: a tecnologia brasileira que está fazendo barulho (literalmente)Plugins para navegadores permitem a troca de informações entre smartphones e páginas web (Fonte da imagem:NearBytes)

Indo muito além

Entre as outras inovações desenvolvidas posteriormente pela NearBytes, destacam-se sobretudo o NearLogin e o NearPay. O primeiro consiste em seu sistema de login que lhe permite usar seu smartphone para realizar autenticações em sistemas que exijam alto nível de segurança, como caixas bancários e totens de autoatendimento. O NearPay, por sua vez, resume-se em uma solução de pagamento digital que pode ser integrado em carteiras virtuais (wallets) e possibilita a transferência de valores até mesmo quando os dispositivos envolvidos estão sem conexão com a internet.
E não para por aí. A companhia continua fazendo experimentos inovadores e expandindo sua área de atuação até mesmo para o mundo offline. No vídeo abaixo, por exemplo, você confere uma demonstração da tecnologia sendo utilizada para abrir uma fechadura elétrica composta por um Raspberry Pi e microfone integrado. Para o ano de 2014, está prevista também uma SDK para Windows Phone, que já foi aprovada nos testes finais e está atualmente passando pelo processo de documentação.

E como funciona?

Simples: a tecnologia NearBytes baseia-se na codificação de bytes em sons de alta frequência que são inaudíveis para o ser humano. Essas ondas sonoras podem ser emitidas e captadas por qualquer dispositivo equipado com o software da plataforma (SDK ou Web Plugin), permitindo a troca de dados por qualquer aparelho dotado de um microfone e alto-falante simples.
Comparado com o NFC, o protocolo tem a vantagem de ser compatível até mesmo com gadgets antigos e não demandar pareamento. Além disso, o NearBytes agrega uma camada de segurança adicional e não exige que o celular esteja conectado em uma rede de internet (WiFi, 3G ou 4G).
NearBytes: a tecnologia brasileira que está fazendo barulho (literalmente)(Fonte da imagem: NearBytes)

Quem já usa?

S-Contact, aplicativo desenvolvido pela TOTMob, é um excelente exemplo de case de sucesso que utiliza a tecnologia NearBytes. Disponível gratuitamente para Android e iOS, o programa permite que você crie cartões de visita virtuais e compartilhe-os com outras pessoas usando o protocolo criado pela startup carioca. Basta que ambos os equipamentos sejam dotados do conjunto “microfone + alto-falante” para que você possa enviar ou receber contatos profissionais e acabar com o gasto desnecessário de papel.
Outro app bastante interessante que faz uso do NearBytes é o Fala Gigante, que também está disponível tanto na Google Play quanto o App Store. Criado no calor dos protestos que abalaram o Brasil ao longo do segundo semestre de 2013, o software permite a criação e compartilhamento de frases relacionadas às manifestações.

E com os esforços, vem o reconhecimento

Desde o lançamento de sua primeira SDK, a tecnologia NearBytes vem sido assunto de reportagens não apenas de veículos nacionais, mas também da imprensa internacional especializada. Participando de uma infinidade de concursos da área de empreendedorismo tecnológico, a companhia coleciona premiações desde a sua fundação.
A conquista mais recente veio neste último sábado (8): a NearBytes foi classificada como uma das quatro selecionadas no concurso U-Start Conference, cujo prêmio é uma viagem para Milão com o intuito de que as organizações possam apresentar suas ideias para investidores internacionais.
Vale observar que a startup sobreviveu até agora com seu próprio capital, e seu principal foco agora é encontrar investimento e parceiros tecnológicos para dar prosseguimento às suas pesquisas. Pois é: ao que tudo indica, Ismail estava mais do que certo ao afirmar que o próximo talento empreendedor será originário do Brasil. E você, também acha que essa ideia tem futuro?


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/tecnologia/50168-nearbytes-a-tecnologia-brasileira-que-esta-fazendo-barulho-literalmente-.htm#ixzz2t6o8QBbW

iPad, iMac, iPhone... Você sabe o significado do i nos produtos da Apple?
Será que nós já paramos para refletir sobre a relação que a palavra Apple tem com a vogal i? Então confira só!

"Apple”, como todos sabemos, não é um substantivo qualquer. Não se trata apenas de uma “maçã” em inglês, mas sim de uma das maiores marcas de tecnologias da história. Hoje em dia, temos, nas prateleiras, produtos como iPhone, iMac, iPad... Mas o que raios esse “i” antes de cada produto da marca tem a ver com Apple?
Tudo começou por volta de 1997, quando Steve Jobs retornou à empresa saindo da NeXT Computers com uma ambiciosa visão e com uma companhia que estava há seis meses no vermelho. Um funcionário culpava o outro pelo fracasso (momentâneo) da empresa.
Jobs despendeu os primeiros meses cortando gastos em produtos e funcionários para tentar ganhar foco novamente. Tudo o que sobrou dessa “guilhotina” foram dois produtos: o PowerPC e a família Mac, e era hora de fazer uma aposta e colocar todas as fichas num desses produtos.


A aposta na família Mac

A aposta principal de Jobs, como não poderia deixar de ser, foi na família Mac. O criador adotou um plano de distribuir computadores com uma conexão inédita à época: Universal Serial Bus, ou USB. Conhecem? A visionária iniciativa praticamente eliminaria o uso do drive em disquete, aquele floppy de 3,5 polegadas que hoje já é um artigo jurássico.
iPad, iMac, iPhone... Você sabe o significado do i nos produtos da Apple?
Outro elemento a favor de Jobs era seu apreço pelo design. O executivo tinha uma visão radicalmente diferente para o visual de seus produtos. Além disso, o aparelho não poderia ser desmontado ou receber muitos upgrades – e daí começamos a entender a filosofia de lançar iPhone 5, iPhone 5S, iPhone 5C etc. No entendimento de Jobs, um produto é sempre upgrade do anterior.
O produto da família Mac, por fim, seria translúcido e viria numa fascinante gama de cores vívidas. Exatamente na parte central, havia um drive de CD-Rom. Não havia nada no mercado que se assemelhasse ao produto que Jobs concebeu. À época, o fundador da Apple disse o ultimato: “Estamos apostando a companhia nesse computador. Ele precisa de um grande nome”.


“Precisamos de um grande nome”

Com seu eterno espírito criativo, Jobs começou a pensar em nomes que poderiam ser marcantes para seu futuro produto da família Mac. Então, títulos como “MacMan” e outros bizarros começaram a passar pela mente do criador. Por sorte, ele não era o único envolvido no processo: Ken Segall chegou à Apple diretamente da NeXT, junto com Jobs, e ficou horrorizado ao ouvir o nome “MacMan”. A pequena equipe trabalhando com eles também não curtiu.
Jobs, então, concordou com todos em estabelecer um nome diferente, sugerido por Segall e uma cúpula de funcionários: iMac. A justificativa pela vogal “i”? É de “internet”.
“Trata-se de um Mac totalmente equipado, então ele pode fazer muitas coisas. Mas, primeiramente e o mais importante, o computador vai conectá-lo à internet em 10 minutos, mesmo se você nunca tiver utilizado um computador antes”, dizia a Apple à época para divulgar seu novo produto.

iPad, iMac, iPhone... Você sabe o significado do i nos produtos da Apple?Até que Steve Jobs tinha pinta de roqueiro em sua juventude. (Fonte: Reprodução/Hollywood Reporter)

E basicamente assim nasceu o “i” que vemos nos produtos da marca: “i” de “internet”, o recurso mais importante do iMac. A comissão de diretores gostou do nome muito mais do que isso.
O “batismo” acabou sendo destaque nas mídias – era uma denominação simples, óbvia e que se encaixava no conceito de “pense diferente” da Apple. Para a companhia, o simples acréscimo do “i” representava outras coisas, coisas de diferentes valores, como a imaginação, por exemplo (vejam só o “i” novamente). Esses são os valores construídos pela Apple para nomear produtos como iPod, iPhone, iPad, iMac, iTunes etc.
O mesmo serviria para um “iWatch” ou qualquer “iProduto” da vida. O mais legal disso tudo é refletir sobre a filosofia e os valores existentes por trás da história, e não somente os produtos em si. Indubitavelmente, a Apple preza muito essa filosofia.


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/apple/50114-ipad-imac-iphone-voce-sabe-o-significado-do-i-nos-produtos-da-apple-.htm#ixzz2t6krTWqu
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